domingo, 5 de dezembro de 2010

Canção para Fabíola(A Dama do Lago)




Dedico a você Dama dos poemas,
que com seu cantar a todos seduz,
e mesmo chorando em meio a problemas
rumo a Beleza sempre nos conduz.
Dedico a você esses meus versos tortos.
Perdão se não posso melhor ofertar.
Pois tudo que tenho são poemas mortos,
se comparo a ternura do seu entoar.
Somos loucos tu dizes, pois fazemos sorrir
usando como base o nosso sofrimento.
No entanto ser louco é poder existir,
transformando em canção o nosso lamento.
Somos loucos sim e por isso vivemos.
Pois nossa loucura vem nos libertar.
Porque sendo loucos quando sofremos,
com nossas palavras podemos voar.
Loucos por que vemos um novo mundo,
e por causa disso levantamos a voz.
Não nos conformamos com esse sistema imundo.
Loucos são aqueles que não são como nós.

4 comentários:

Anja Luar disse...

Tu és um grande poeta! Amei seus poemas! Já estou te seguindo e coloquei o link do seu blog no meu! Continue assim parabéns!

guímel disse...

Meu caro Arcanjo!

Palavras erradas em linhas certas... será que transparece uma confusão? Não.
Somos loucos porque questionamos, refletimos e não aceitamos um conceito com frases prontas.
Liberdade de pensamento e expressão nos pertence, para sermos livre para voar...
Lindo como sempre a sua temática!

Bjsss

Arcanjo disse...

Anja, que honra pra mim que uma companhiera de Céu e de palavras tenha gostado dos meus versos tortos... seja bem vinda ao meu mundinho e fique a vontade, obrigado pelo carinho de suas palavras.

Guímel, como sempre de uma sensibilidad ímpar ao interpretar o que escrevo, e de uma gentiliza sem igual para se referir aos meus manuscritos... gostaria de ter metade do seu talento. Obrigado por usa palavras de carinho. Saudades meu anjo...

Palavras!! disse...

...Existem atitudes imensuráveis...existem palavras incalculáveis...e existem pessoas...inimagináveis...e vc amigo é uma delas..
Grata pela ..canção...pelos versos tortos...e pela capacidade de voar..em suas palavras..

Atenciosamente..
Fabíola...(*Dama do Lago*)

Minha foto
Sou o que sou. Sou incoerente por vezes, sou sonhador sempre, temo o desconhecido sem contudo deixar de arriscar, tenho planos e projetos, construí e e ví cair em minha frente castelos. Como un anjo voei ao céu mas longínquo, e como um cometa caí. A queda de machucou, contudo me fez mais forte. Sou falho e impreciso. Simplesmente indefinível, enfim sou apenas humano.